Gordura abdominal e risco cardiovascular: o que avaliar

    Dra. Júlia Longo Rodrigues Schmitz · 22 de setembro de 2026

    Imagem editorial sobre risco cardiometabólico

    Gordura abdominal e risco cardiovascular: o que avaliar

    A gordura visceral se associa a alterações metabólicas, mas a circunferência abdominal não deve ser analisada isoladamente. Pressão, glicemia, lipídios, tabagismo, sono e histórico familiar também importam.

    O risco cardiovascular é individual. Uma medida não define saúde nem determina uma conduta sozinha.

    A estratégia pode envolver redução de gordura visceral, atividade física, sono, alimentação e tratamento de hipertensão, diabetes ou dislipidemia quando indicados.

    Leia também: esteatose hepática e menopausa e ganho abdominal.

    Referências

    Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica individualizada.

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